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Foi eleito um Papa argentino. E agora Brasil, a copa está no papo deles! kkk
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HOMENAGEM DO BLOCO ROSAS DA BOA VISTA A ESTE GRANDE ARTÍSTA PERNAMBUCANO Chico Science Francisco de Assis França, mais conhecido pela alcunha de Chico Science ( Olinda , 13 de março de 1966 — Recife , 2 de fevereiro de 1997 ) foi um cantor e compositor brasileiro , um dos principais colaboradores do movimento manguebeat em meados da década de 1990 . Líder da banda Chico Science & Nação Zumbi , deixou dois discos gravados: Da Lama ao Caos e Afrociberdelia , tendo sua carreira precocemente encerrada por um acidente de carro numa das vias que ligam Olinda e Recife . Seus dois álbuns foram incluídos na lista dos 100 melhores discos da música brasileira da revista Rolling Stone, elaborada a partir de uma votação com 60 jornalistas, produtores e estudiosos de música brasileira. Da Lama ao Caos na 13ª posição e Afrociberdelia em 18° lugar. Em outubro de 2008 , a revista Rolling Stone promoveu a Lista dos Cem Maiores Artistas da Música Brasileira , cujo resultado c...

BIBLIOTECA das ROSAS: VIVA SEMPRE, HUGO CHÁVEZ Gilson Silva Resolv...

BIBLIOTECA das ROSAS: VIVA SEMPRE, HUGO CHÁVEZ Gilson Silva Resolv... : VIVA SEMPRE, HUGO CHÁVEZ Gilson Silva Resolvi fazer uns versos, Pra quem vai, não cabisbaixo Como um mero capacho Do império tão pe...
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VIVA SEMPRE, HUGO CHÁVEZ Gilson Silva Resolvi fazer uns versos, Pra quem vai, não cabisbaixo Como um mero capacho Do império tão perverso, Vai imponente, passo forte Encarando a própria morte. Peito aberto, majestoso Pulso firme e tão vultoso Encarando todo Norte Recebendo o passaporte De uma eterna gratidão Do seu povo, sua nação. Do dever tão bem cumprido Nesse mundo tão corrompido, Nunca ele molhou a mão Hoje foi pra ser milhão Pra contemplar lá de cima Juntinho Abreu e Lima A nossa revolução! Peço-te que só alinhaves O soluço, não agraves O penar tão vivedouro Diga apenas em coro Viva sempre: Hugo Chávez!
ACORDEI POETA Gilson Silva Hoje acordei um pouco poeta Juntei os meus versinhos todos Tirei a poeira e o lodo, Acordei as letres, pus vida Nas rimas sobrevividas Da tempestade do tédio. Demoli todos os prédios Da construção mal feita Deste mundo que se enfeita Dos erros outros, presumo. Com minha alma tempestiva Versifiquei pelas entranhas Sem nenhuma artimanha. Pelas artérias do mundo Embebecido de tudo, Envelhecido do novo Que bravio despromovo Na caduquice moderna Nesse mundo que se enterra Na fornalha do cossumo.

Nesta foto, o cari varre o calçadão de Boa Viagem com carinho, mas no centro do Recife o abandono é total.

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João da Costa vai deixando rastro de desamor ao Recife Por Gilson Silva O João dá as costas ao Recife e vai deixando um rastro de desamor à cidade, no centro, às escuras, com esgotos a céu aberto, o lixo está por toda parte, tornando-o um playground para os ratos que desfilam livremente pelas suas líricas ruas. É lamentável que um prefeito saia deixando tanto rastro de incompetência administrativa como esse João da Costa. Mas ele não deixa toda cidade desamparada, é verdade! Cuida com todo amor a Zona Sul, principalmente, Boa Viagem, trata suas ruas com se fossem a sua sala de jantar. Ontem, eu transitando pelo calçadão de Boa Viagem, deparei com uma cena inusitada, vi dois caris varrendo o mesmo, tirando a areia, com muito cuidado e paciência, pois ela teimava em voltar, não se via um papelzinho se quer no chão, só arreia trazida pelos ventos. Ah, se toda cidade fosse tratada assim! No centro os gringos estão loteando o comércio da cidade, tem japoneses, coreanos... vende...
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  OLHA O JAPONÊS! Gilson Silva Japonês! Quem vai querer? É cinco valendo doze Tem de coco, batata doce, Banana só pra você, Vem criançada provar É limpinho que faz gosto Molinho pra se lascar Quando ele bate no rosto Lambuza bem devagar Um rostinho predisposto. Tem o de amendoim Esse sim, pressuposto O melhor que há. Vem correndo, vai acabar. Amanhã volte de novo Traz a turminha pra cá. Agrada velho e moço, Sem esforço, vem comprar! Só volto depois do almoço. Eu vou com meu chapel Amarelinho, maneiro. Na cabeça o tabuleiro No ombro o cavalete Vou vendendo meu docinho Até ficar de cacete Assim, bastante velhinho. Com a perna ainda fraca Vou com preço de pataca E minha gaita, vender tudinho.